quinta-feira, 30 de junho de 2016

Educação promove curso de formação indígena

Começará nesta segunda-feira, 4, a 25ª etapa do Curso de Formação em Magistério Indígena do Estado do Tocantins. Desta vez, participarão 100 professores e a formação será realizada no Centro de Ensino Médio Indígena Xerente (Cemix), localizado na Aldeia Centro, no município de Tocantínia. De acordo com a gerente de Educação Indígena da Secretaria de estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), Cleide Araújo, o curso terá duração de 160 horas e corresponde a uma profissionalização em serviço.

 “O objetivo é promover a melhoria do processo educativo e o resgate da valorização da memória e da cultura dos povos indígenas tocantinenses”, frisou Cleide. Outro ponto abordado por Cleide é a importância da interculturalidade entre os sete povos indígenas, com a troca de experiências culturais e de valores.

 A formação visa garantir que mais professores indígenas possam assumir processos educativos, pedagógicos e administrativos de suas escolas; sistematizar os conhecimentos linguístico, cultural e sócio-histórico de cada grupo, além de garantir a aquisição de conhecimentos universais.


Fonte: Josélia de  Lima

Governo lança campanha de sensibilização contra queimadas florestais no Cerrado e áreas urbanas

A partir desta quinta-feira, 30, estará no ar a campanha de prevenção e sensibilização contra as queimadas no Tocantins. Com o tema Consciência é a cura desta mal, a ação traz situações que a população do Tocantins vive de perto no período em que os focos de incêndios ganham força em todas as regiões do Estado.

O mote traz imagens reais de queimadas no campo, nas estradas e destaca a luta do Corpo de Bombeiros contra as labaredas de fogo. “É uma campanha que mostra a nossa realidade e que prejudica o homem do campo, polui o ar que respiramos, além de causar prejuízos irreversíveis ao meio ambiente”, reforçou a titular da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Meire Carreira. Além do vídeo de 60 segundos, para veiculação em emissoras de televisão e spot para rádios, os municípios que registraram, em 2016, o maior número de focos de incêndios receberão outdoor com o lema da campanha.

Meire Carreira explica que, desde fevereiro, o Governo do Tocantins atua em várias frentes de prevenção e combate às queimadas. “Envolvemos os municípios com o Protocolo do Fogo, ao todo, 30 cidades aderiram a este compromisso, além dos investimentos para a contratação de 80 brigadistas que atenderão aos nove municípios que mais sofrem com os incêndios. O Cadastro Ambiental Rural é outra meta que estamos priorizando, pois será uma ferramenta que visa cumprir as metas de redução das emissões de gases de feito estufa”, afirmou.


Orientações  

A Defesa Civil Estadual informa que o tempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Por isso, sugere, à população, que não façam fogueiras e também não joguem pontas de cigarros para fora dos veículos. Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça. Para a população em geral, recomenda-se que não coloquem fogo em folhas ou galhos secos e principalmente nos terrenos baldios.  

Umidade

A Defesa Civil Estadual orienta, a todos, que durante o período de estiagem, onde há aumento da temperatura e baixa Umidade Relativa do Ar (UR%), procedimentos de precaução devem ser tomados a fim de evitar riscos à saúde. De acordo com os dados coletados, as regiões sul e sudeste do Estado já se encontram em estado de atenção, uma vez que a umidade está  variando entre 20% e 30% em períodos críticos de calor, no período entre meio-dia e 16 horas. 

Fonte: Suene Morais/ Governo do Tocantins

Matrículas presenciais da 1ª chamada da lista de espera do Sisu iniciam nesta quinta (30)

Os candidatos selecionadas na 1ª chamada da lista de espera do processo seletivo de ingresso em cursos de graduação presenciais da Universidade Federal do Tocantins (UFT), por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para ingresso no segundo semestre de 2016, devem realizar suas matrículas presenciais a partir desta quinta-feira (30), no câmpus de oferta do curso.

As matrículas seguem nos dias 1º e 4 de julho. Para mais informações o interessado pode acessar as orientações aos candidatos. Confira os horários e locais de atendimento:

A relação de documentos para matrícula está disponível. Confira também a classificação geral na relação de candidatos que manifestaram interesse na lista de espera do Sisu 2016/2.

Confira o Edital de Abertura nº 89/2016.

Mais informações pelo telefone (63) 3232-8032 ou e-mail prograd@uft.edu.br

Fonte: Por Caroline Falcão

Pesquisa: depressão atinge 10,2% dos brasileiros desempregados

Estudo que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (30) indica que, em 2013, 10,2% dos brasileiros com 18 anos ou mais que estavam fora do mercado de trabalho (um em cada dez) sofriam de algum tipo de depressão, de um total de 61,8 milhões de pessoas que não trabalhavam, nem procuravam emprego - em um universo de 93 milhões de  empregados.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde 2015 – Indicadores de Saúde e Mercado de Trabalho. O levantamento contabilizava, na época, a existência de cerca de 160 milhões de pessoas integrando a População em Idade Ativa (PIA) do país, em um universo de 200,6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010.

Quando se analisa os brasileiros em idade ativa desocupados (5,7 milhões fora do mercado de trabalho, mas procurando emprego) em 2013, o percentual cai para 7,5%. Já entre as pessoas fora do mercado de trabalho (que não trabalhavam, nem procuravam emprego, embora em idade ativa), o total passa a 7,6%, o equivalente a 11,2 milhões. O percentual menor de trabalhadores com depressão foi verificado entre a população ocupada: 6,2%.

O levantamento sobre a ocorrência de depressão entre a população em idade ativa abrange o contingente de pessoas com idade acima de 18 anos e indica, ainda, que 12,6% da população fora do mercado tomavam algum tipo de remédio para dormir.


As análises foram feitas em convênio com o Ministério da Saúde. Em relação ao sexo, tanto no domínio da população de 18 anos ou mais quanto no da população ocupada desta mesma faixa etária, as mulheres apresentaram percentual de prevalências de diagnóstico de depressão mais elevado: 10,1%.

Analisando as pessoas ocupadas de 18 anos ou mais de idade por grupos etários, os dados mostram que o diagnóstico médico de depressão aumentava até o grupo de 40 a 59 anos, observando-se redução da prevalência a partir dessa faixa – entre as pessoas de 40 a 59 anos de idade, 8,2% relataram ter diagnóstico de depressão, enquanto para aquelas de 60 anos ou mais de idade a prevalência foi de 7,4%.

Para análise do contingente de pessoas fora do mercado de trabalho com depressão, o IBGE levou em consideração a população com mais de 18 anos de idade, que não exercia qualquer atividade: aposentados, estudantes, pessoas que desistiram temporariamente de procurar emprego em razão de dificuldades momentâneas do mercado ou, ainda, mulheres cujos maridos tinham rendimentos elevados e decidiram se dedicar aos filhos e ao lar.

Idade do trabalhador

Em entrevista à Agência Brasil, a gerente de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Maria Lúcia Vieira, admitiu que a questão da depressão pode estar ligada diretamente à idade do trabalhador. “O que a gente identificou é que, conforme a idade, cresce o percentual de pessoas que apresentavam algum tipo de depressão”.

Para ela, como a população fora da força de trabalho é composta - em sua maior parte - por pessoas com mais idade, essa poderia ser uma justificativa para o percentual mais alto. “Então, tem, sim, uma relação forte com a questão da idade”.

A gerente de pesquisas também falou sobre a incidência maior de mulheres entre o contingente de brasileiros com depressão. “Entre as mulheres, o percentual de diagnóstico de depressão chega a ser três vezes maior do que entre os homens. E isso ocorre tanto entre a população desocupada como entre os que estão fora da força de trabalho - o que pode ser um indício de que este percentual pode estar mais relacionado com a questão sexo e idade do que com as condições de trabalho”, explicou.

Doenças crônicas

Na Pesquisa Nacional de Saúde 2013, o IBGE constatou que a prevalência de três doenças crônicas com maior incidência na população (hipertensão arterial, colesterol alto e dor nas costas) é bem maior entre a população ocupada do que entre os desempregados.

Percentualmente, entre as doenças crônicas mais presentes, especialmente entre as pessoas de 65 a 74 anos de idade, se destaca a hipertensão arterial, com 52,7%; seguida por problemas crônicos de coluna ou costas (28,9%); e do colesterol alto (25,5%).

O IBGE constatou, ainda, que a prevalência de Distúrbio Osteomolecular Relacionado ao Trabalho (movimentos repetidos de qualquer parte do corpo) foi de 2,8% entre as pessoas ocupadas e de 2,6% entre as desocupadas.

Na avaliação da gerente de Pesquisas Domiciliares do IBGE, a maior incidência de doenças crônicas entre a população ocupada pode ter relação direta com a questão do estresse ocupacional. “Embora a gente não tenha investigado as causas da maior incidência, o fato é que a população ocupada tem uma maior incidência dessas principais doenças, especialmente quando a gente fala da hipertensão arterial, do colesterol alto e da dor nas costas”.

“Em relação a doenças crônicas, esta maior incidência pode estar relacionada ao mercado de trabalho, porque as faixas de idade entre os dois grupos são bastante parecidas”, disse Lúcia Vieira.

Já no universo total de pessoas com 18 anos ou mais de idade fora da força de trabalho a incidência é ainda maior, “o que deve ocorrer devido ao grupo ser composto por gente com idade mais avançada”.

Acidente e Violência

Outra constatação do estudo divulgado pelo IBGE é a de que, em 2013, 12,4% das 4,9 milhões de pessoas de 18 anos ou mais que sofreram acidente de trabalho ficaram com alguma sequela ou incapacidade, o equivalente a 613 mil trabalhadores. Segundo o IBGE, destes 4,9 milhões de acidentados no trabalho, 32,9%, (ou 1,6 milhão) deixaram de realizar atividades habituais.

O levantamento constatou, ainda, que 4,5 milhões de pessoas de 18 anos ou mais sofreram algum tipo de acidente de trânsito com lesões corporais, dos quais 32,2% foram no deslocamento para o trabalho (1,4 milhão) e 9,9% trabalhando (445 mil).

Já no que diz respeito à agressão e violência, o estudo indica que, em 2013, 4,6 milhões de pessoas com 18 anos ou mais (3,1%) sofreram algum tipo de agressão ou agressão por desconhecido. Do total, 846 mil foram agredidas em seus locais de trabalho (18,4%). Já as agressões ou violências vindas de conhecidos atingiram 2,5% com 18 anos ou mais (3,7 milhões), sendo que 11,9% (439 mil) sofreram agressões no trabalho.

O IBGE considera os que sofreram acidente ou violência no âmbito do trabalho, indivíduos fisicamente ativos. No Brasil, 14% das pessoas de 18 anos ou mais eram ativas no trabalho (20,5 milhões), em 2013.

No lazer, 22,5% praticavam o nível recomendado de atividade física (32,9 milhões). Em relação à condição no mercado de trabalho, 25,2% dos ocupados (22,7 milhões), 31,1% dos desocupados (1,6 milhão) e 16,8% das pessoas fora do mercado de trabalho (8,6 milhões) praticavam o nível recomendado de atividade física no lazer.

Rendimento médio

O rendimento médio mensal habitual dos trabalhadores portadores de alguma das deficiências investigadas pelo IBGE era, em 2013, de R$ 1,499 mil, valor 11,4% menor que os R$ 1,693 mil pagos aos trabalhadores sem deficiência.

A pesquisa produziu estimativas sobre quatro tipos de deficiências: intelectual, física, auditiva e visual. Os resultados mostraram que 7,2% da população de 14 anos ou mais de idade possuíam pelo menos uma dessas quatro deficiências, considerando que 21,7% das pessoas ocupadas declararam ter grau intenso ou muito intenso
de limitações de suas atividades habituais, as quais incluem trabalhar.

Deste total, 1,3% declarou ter deficiência de audição, percentual que era maior entre as pessoas fora da força de trabalho (2,6%) do que entre as ocupadas (0,6%) e as desocupadas (0,4%)

Considerando as deficiências investigadas pela pesquisa, a visual foi a mais frequente para as pessoas de 14 anos ou mais (4,3%). Entre as ocupadas, havia 3,1% com esta deficiência; entre as desocupadas, 1,7%; enquanto entre as pessoas fora da força de trabalho, 6,4%

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde 2013, já as pessoas que trabalhavam à noite, mesmo que o turno começasse durante o dia, tinham rendimento médio de R$ 2.073, valor 21,2% maior que o dos trabalhadores que exerciam suas atividades durante o dia, que era de R$ 1,71 mil.

Plano de saúde

Os estudos sobre o número de brasileiros que possuíam cobertura de saúde complementar constataram que, em 2013, o percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade que tinham algum tipo de plano de saúde (médico ou odontológico) era de 28,9%, em um universo de pouco mais de 200 milhões pessoas.

Neste aspecto, a pesquisa é clara: entre as pessoas ocupadas, quanto maior a renda maior o percentual de  usuários de planos de saúde. Entre as pessoas ocupadas que contavam proporcionalmentes com este serviço o percentual era de 32,5%, enquanto o percentual entre as pessoas fora da força de trabalho caia para 24,7%, reduzindo ainda mais entre os desocupados (apenas 16,3%).

Para a gerente de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Maria Lúcia Vieira, fica claro que, quando podem financeiramente, as pessoas correm para algum tipo de plano de saúde. “Embora não tenhamos dados para relacionarmos esta tendência às deficiências do sistema público de saúde, fica claro que, quanto maior o rendimento das pessoas, maior a possibilidade de elas terem algum plano de saúde”.


Fonte: Agência Brasil
Edição: Kleber Sampaio

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Abertura oficial da Praia da Santa de Tocantinópolis acontece neste sábado, dia 2 de julho

A melhor estação do ano já chegou e com ela vem o período de veraneio. Para festejar esse mês de férias, a equipe da Prefeitura de Tocantinópolis está finalizando os últimos preparativos para a Temporada de Praia 2016. No próximo sábado, 2 de julho, acontece a abertura oficial da Praia da Santa, durante a inauguração terá show ao vivo com Emilly e Breno, a partir das 15h.

Na Praia da Santa, local oficial da Temporada de Paria 2016, está sendo montada uma grande estrutura para receber a comunidade local, visitantes e turistas de todas as regiões do País.

As Praias de Tocantinópolis são uma boa opção para o lazer na companhia da família e amigos, bem como para a prática esportiva. Por esta razão, no mês de julho, o município recebe grande quantidade de pessoas, tanto em decorrência ao aniversário da cidade, como pelo período de férias e de veraneio. A estimativa para esse ano é receber em torno de 45 mil pessoas.


E para que tudo saia dentro das conformidades de segurança e lazer dos visitantes, a Prefeitura de Tocantinópolis vai contar com equipe de guarda-vidas e apoio da Polícia Militar, onde estarão colaborando para que os veranistas sejam bem recebidos e se sintam seguros durante a temporada de praia.

Para esta temporada, a Prefeitura juntamente com a Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Lazer estão preparando uma megaestrutura, considerada como um dos melhores projetos da Temporada de Praias 2016 no Tocantins. A estrutura será bem distribuída numa área que compreende 14 barracas na área de alimentação e 16 barracas de refeições e barres.

Outro ponto importante e bastante planejado pela Prefeitura, é sobre a questão da preservação e limpeza do local. O município disporá no ambiente a distribuição de coletores de lixo. Nada de sujeira espalhado pelo lugar, a coleta é seletiva e bem visível até na área de acampamento.

O verão 2016 promete ser um dos mais animados de Tocantinópolis, no Rio Tocantins. Estão sendo investimentos recursos públicos na preparação e manutenção da estrutura. O período de veraneio que contará com shows nos finais de semana, se estenderá até dia 7 de agosto.

Fonte: Dirceu Leno / Ascom Prefeitura de Tocantinópolis

Tecnologia: Homem diz ter criado iPhone em 1992 e abre processo bilionário contra Apple


Um homem está processando a Apple por acreditar que Steve Jobs roubou sua ideia ao conceber o iPhone, nove anos atrás. Como compensação, Thomas S Ross pede que a empresa lhe pague US$ 10 bilhões (algo em torno de R$ 33 bilhões), além de royalties de 1,5% referentes às vendas futuras da Apple que poderiam chegar aos US$ 3,5 bilhões (R$ 11,5 bi) ao ano.

A história é a seguinte: em 1992 Ross pediu a patente de um “dispositivo eletrônico de leitura”, basicamente um aparelho com tela plana que caberia na mão e poderia ser usado para consumo de mídia. Em seu processo, ele afirma ter sido o primeiro a registrar a ideia de combinar mídia e ferramentas de comunicação, e que suas criações foram usadas em produtos como iPhones, iPod, iPads, entre outros.


O problema, como relata o The Telegraph, é que as patentes nunca foram aprovadas porque Ross não pagou as taxas necessárias, assim seu pedido foi dado como abandonado em 1995. Mesmo assim, ele acusa a Apple de ter se apropriado das suas patentes e chegou a lembrar uma fala de Jobs, que certa vez disse não ter vergonha de roubar grande ideias.
Ele acrescentou seus desenhos originais no processo para comprovar sua tese, e quer que seja realizado um julgamento com júri na Flórida para a análise do caso.

Fonte: Leonardo Pereira - Olhar Digital

Escolas da rede estadual homenageiam escritores tocantinenses em eventos de incentivo à leitura

Ainda em comemoração ao Dia D da Leitura, a Escola Comunitária de Augustinópolis realizou um evento reunindo alunos e professores. A celebração foi a culminância de diversos projetos realizados em sala de aula durante o primeiro semestre de 2016, com turmas do 6º ano do ensino fundamental, sob a orientação da professora de Língua Portuguesa, Liliane Mendonça.

 Entre as atividades realizadas em alusão ao Dia D da Leitura, lembrado no último sábado, 25, foram realizadas na escola leitura e interpretação de obras literárias, seminários, competição de perguntas e respostas, resumos de livros e apresentações teatrais em sala de aula. O ponto alto do evento foi a entrevista, realizada pelos estudantes, com a escritora e professora Dorinha Marques, que se mostrou encantada ao ver suas obras lidas e interpretadas pelas crianças. 

“É importante lembrar que os alunos divertiram-se durante as leituras, adquiriram o livro e realmente mostraram empenho e curiosidade no manuseio do material literário, pois se tratava de alguém que mora no mesmo município, que eles conhecem”, destacou a orientadora do projeto, Liliane Mendonça. Durante a abertura do Dia D da Leitura na Escola Comunitária de Augustinópolis, a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, Maria Lúcia Paulino Sousa, parabenizou as turmas pelos trabalhos apresentados. “Este foi um belíssimo trabalho, que é resultado de muito empenho durante as aulas”, salientou. 

João Paulo II 

Em Palmas, o Centro Educacional. João Paulo II, unidade conveniada à rede estadual de ensino, realizou seu evento alusivo ao dia da leitura abordando a temática da Literatura tocantinense. Na ocasião, alunos e professores apresentaram trabalhos que lembraram as obra do monsenhor Rui Cavalcante Barbosa, além dos escritores Fidêncio Bogo, Samuel Martins, Irma Galhardo, Jardilene Gualberto, Victor Andrade de Aguiar, Fabiana Golart, Odir Rocha. 

Fonte: Philipe Bastos / Governo do Tocantins

Construção da primeira UTI da região do Bico do Papagaio entra em fase de finalização

A construção da primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da região do Bico do Papagaio está em fase de finalização. A obra está sendo realizada no Hospital Regional de Augustinópolis (HRA) e conta com 10 leitos, sendo nove destinados à UTI geral e um à UTI de isolamento. Antes, sem UTI, o hospital tinha apenas Unidade de Cuidados Especiais (UCE).

A obra já está na fase de acabamento interno e pintura, que atendem às exigências das normas da Vigilância Sanitária. A cobertura interna foi feita com gesso acartonado e a externa com telhas isotérmicas, que impedem a entrada de barulho e aindarefletem o calor do sol e alta temperatura.

O Hospital de Augustinópolis atende a demanda de 25 municípios da região do Bico do Papagaio, além de pacientes do sul do Pará e do Maranhão, que procuram atendimento no Tocantins. Até a UTI ficar pronta, o HRA continuará encaminhando pacientes que possuem necessidade de tratamento intensivo para o Hospital de Araguaína.


De acordo com a paciente Taciana Rodrigues Pessoa, a reforma e a ampliação do hospital são benéficas para toda a população do Bico do Papagaio. “É ótimo para todos nós, porque com uma UTI aqui, os médicos não vão precisar mais encaminhar os doentes graves para Araguaína. Quando isso acontece, a família do doente sofre demais e os gastos com o acompanhamento aumentam”, destacou.

Estação de Tratamento de Esgotos

Também está projetada a construção de uma Estação de Tratamento de Esgotos (ETE), com a finalidade de tratar e purificar a água usada no hospital por meio de um reator, o qual só vai liberar a água para a rede pluvial com um percentual de 95% de pureza. A reforma, a adequação e a ampliação do HRA estão recebendo um investimento global de R$ 18.853.606,95. As obras são do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Habitação e Serviços Públicos (Seinf), em conjunto com a Secretaria de Estado da Saúde.

Maternidade

Além da UTI e da ETE, estão sendo construídos um prédio administrativo e o primeiro dos quatro pavimentos da maternidade no terreno do HRA. Atualmente, as pacientes que dão entrada na unidade de saúde para dar luz, dividem os leitos com as demais especialidades. Com a construção da maternidade, o hospital passará de 109 para 200 leitos, sem contar com os dez leitos da UTI.

Segundo o diretor administrativo, Renato Monteiro, “tínhamos partes da maternidade distribuídas em três ou quatro municípios, mas já estamos concentrando os equipamentos e atendimentos aqui, suprindo a demanda de toda a região, até que a maternidade seja concluída. Temos excelentes médicos e ótimos profissionais da saúde aqui para atender essa população”, disse.

Para a lavradora Maria da Conceição Silva, interna que havia dado luz a um menino há dois dias, “a nova maternidade vai trazer mais tranquilidade para as mulheres grávidas da região, pois só de saber que tem uma maternidade toda equipada por perto, vai diminuir a ansiedade quando a hora do parto for se aproximando”, finalizou.

Fonte: Luzinete Bispo / Governo do Tocantins

Desemprego chega a 11,2% no trimestre e atinge 11,4 milhões de pessoas

A taxa de desemprego no Brasil, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, ficou em 11,2% no trimestre encerrado em maio deste ano. Ela é superior aos 10,2% de fevereiro e aos 8,1% do trimestre encerrado em maio de 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o mais alto da série histórica iniciada em março de 2012 e o mesmo do trimestre encerrado em abril deste ano

A população desempregada é de 11,4 milhões de pessoas, 10,3% (ou 1,1 milhão de pessoas) a mais do que o trimestre encerrado em fevereiro e 40,3% (ou 3,3 milhões de pessoas) a mais do que no trimestre encerrado em maio de 2015.

A população ocupada (90,8 milhões de pessoas) manteve-se estável em relação a fevereiro de 2016. Já em relação a maio de 2015, houve um recuo de 1,4%, ou seja, menos 1,2 milhão de pessoas. Já os empregos com carteira assinada no setor privado apresentaram quedas de 1,2% em relação a fevereiro e de 4,2% na comparação com maio do ano passado.

Queda

Analisando-se a população ocupada nos grupamentos de atividades, na comparação com fevereiro, houve queda nos postos de trabalho na construção (-2,9%) e da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-1,7%). Segundo a pesquisa do IBGE, houve crescimento de pessoas ocupadas na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,8%). Os outros sete se mantiveram estáveis.

Na comparação com maio de 2015, houve recuo nos contingentes de trabalhadores da indústria geral (-10,7%) e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-8,6%).

Mas o estudo detectou aumento dos postos de trabalho nos serviços domésticos (6,5%), transporte, armazenagem e correio (5,5%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (5,5%), e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%).

(*) Texto atualizado às 10h30 para acréscimo de informações

Agência Brasil
Edição: Kleber Sampaio

Temer anuncia reajuste de 12,5% do Bolsa Família e R$ 700 milhões para educação

O presidente interino, Michel Temer, participa hoje (29) de uma cerimônia para anunciar a liberação de R$ 700 milhões em recursos para a educação básica e superior. De acordo com o Planalto, o valor do reajuste a ser aplicado no programa Bolsa Família será de 12,5%.

No último dia 17, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário havia informado que o pagamento dos benefícios referentes a junho seria feito sem o reajuste de 9%, previsto para ser aplicado a partir deste mês, conforme anunciado anteriormente, na gestão da presidente afastada Dilma Rousseff.

O reajuste de 9% no Bolsa Família foi concedido pelo governo anterior por meio de um decreto publicado no dia 6 de maio, uma semana antes da votação do processo de impeachment de Dilma no Senado. Na época, o governo disse que o valor médio do benefício pago para 13,8 milhões famílias passaria de R$ 162 para R$ 176 mensais.

Em justificativa apresentada para não pagar o reajuste, o governo Temer disse estava avaliando os cortes promovidos pela gestão anterior para poder efetivar o aumento. No mesmo dia, em ato no Recife (PE), Dilma classificou como “mesquinharia” o não pagamento do reajuste.

Agenda

Temer se reúne às 10h30 com o ministro do Esporte, Leonardo Picciani. A cerimônia de liberação de recursos para educação básica e superior está marcada para as 11h30 e contará com a presença do ministro da Educação, Mendonça Filho. Às 15h, Temer receberá o líder do PMDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (PMDB-SP) e o diretor do Hospital do Câncer de Barretos (SP), Henrique Prata. Em seguida se encontra com o deputado Jerônimo Goergen (PP/RS).

*Matéria atualizada às 11h10 para incluir percentual de reajuste do Bolsa Família

Fonte: Pedro Peduzzi - Agência Brasil
Edição: Denise Griesinger

terça-feira, 28 de junho de 2016

Comissão analisa situação de obras públicas paralisadas no Brasil

Serão discutidos temas como enfrentamento à impunidade e criação de políticas públicas de prevenção, proteção e atendimento a vítimas no Brasil
O Plenário da Câmara se transforma em comissão geral, na quarta-feira (29), a partir das 9 horas, para discutir a violência contra mulheres e meninas e a cultura do estupro. Serão discutidas formas de enfrentamento à impunidade e a criação de políticas públicas de prevenção, proteção e atendimento a vítimas no Brasil. O debate foi solicitado pela deputada Maria do Rosário (PT-RS), entre outros deputados.
A deputada Margarida Salomão (PT-MG) afirmou que a Câmara tem obrigação de dar visibilidade a essa discussão.
"As notícias que temos é que, na medida em que esse assunto alcança a esfera pública, e isso é discutido livremente pela imprensa e pelas redes sociais, as pessoas se sentem mais empoderadas, se sentem mais autorizadas a fazer denúncias que nos anos passados corriam em silêncio, corriam com humilhação sofrida, sem que a mulher e a menina tivesse o direito de expressar o seu direito violado e seu direito afrontado e sua dignidade ferida", afirmou Salomão.

Comissão externa
Recentemente, a Câmara criou uma comissão externa para acompanhar as investigações de estupros coletivos ocorridos no Brasil e propor medidas de combate à violência sexual.

Dados do mapa da violência de 2015 mostram que, entre 2003 e 2013, o número de vítimas de feminicídio aumentou 21%. Já o Fórum Brasileiro de Segurança Pública apresentou estudos que mostram que uma mulher é estuprada a cada 11 minutos no país.
Reportagem - Luiz Gustavo Xavier
Edição – Luciana Cesar

Unicef: quase 70 milhões de crianças morrerão até 2030 se o mundo não agir



Quase 70 milhões de crianças morrerão antes dos cinco anos até 2030 e 167 milhões viverão em pobreza extrema nesse ano se a comunidade internacional não investir já nas mais crianças pobres, alertou hoje (28) o Fundo das Nações Unidas para a Infância - Unicef.

Intitulado “Uma oportunidade justa para todas as crianças”, o relatório anual do Unicef revela que, embora o mundo tenha registado progressos na infância, essas melhorias não foram uniformes e as desigualdades marcam a vida de milhões de crianças.

“Quando olhamos para o mundo de hoje, somos confrontados com uma verdade desconfortável, mas inegável: As vidas de milhões de crianças são arruinadas pelo simples fato de terem nascido num determinado país, comunidade, género ou circunstância”, escreve o diretor-geral da organização, Anthony Lake, no prefácio do relatório.

Para ele, “agora é o momento de agir” porque, se o mundo não acelerar o ritmo de progresso, 69 milhões de crianças morrerão, em sua maioria de causas evitáveis, antes de completarem cinco anos, até 2030, o ano em que terminam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, definidos no ano passado.

África

Nesse mesmo ano, as crianças da África subsaariana terão 10 vezes mais probabilidade de morrer antes dos cinco anos do que as dos países ricos e nove em cada dez crianças a viver em pobreza extrema estarão naquela área, alertou Anthony Lake.

Se nada for feito, mais de 60 milhões de crianças em idade escolar estarão fora da escola e cerca de 750 milhões de mulheres terão sido casadas na infância.

O diretor-geral da Unicef sublinha que o futuro não tem de ser tão sombrio e lembra que muitos dos constrangimentos que impedem o mundo de ajudar estas crianças não são técnicos.

“São uma questão de compromisso político. São uma questão de recursos. E são uma questão de vontade coletiva”, alertou.

O relatório revela que investir nas crianças mais vulneráveis pode produzir benefícios imediatos e a longo prazo, tanto para as próprias crianças como para a sociedade.

Segundo o documento, cada ano adicional de escolaridade que uma criança frequenta se traduz em um aumento de cerca de 10% dos rendimentos que aufere na idade adulta e, por cada ano adicional de escolaridade que os jovens de um país completam, as taxas de pobreza diminuem cerca de 9%.

“Mais do que nunca, devemos reconhecer que o desenvolvimento só é sustentável se puder ser continuado – sustentado – pelas gerações futuras”, escreveu Anthony Lake.

E exemplifica: “Quando ajudamos um menino a ter acesso aos medicamentos e nutrição de que precisa para crescer saudável e forte, não só aumentamos as suas hipóteses na vida, como reduzimos os custos sociais e económicos associados à doença e à fraca produtividade”.

O prefácio do diretor-geral termina com um apelo: “Nós conseguimos. A injustiça não é inevitável. A desigualdade é uma escolha. Promover a equidade – uma oportunidade justa para cada criança, para todas as crianças – também é uma escolha. Uma escolha que podemos fazer e devemos fazer. Pelo seu futuro, e pelo futuro do nosso mundo”.

Fonte: Agencia Brasil 
Edição: Graça Adjuto

Governador empossa nova secretária da Educação e recomenda parcerias e novos projetos para o setor

“A meta é alcançarmos a excelência no ensino, bem como na formação cidadã de nossos jovens, de forma eficiente e eficaz”. A declaração foi feita pelo governador Marcelo Miranda, na tarde de ontem segunda-feira, 27, durante a solenidade de posse da nova secretária de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), Wanessa Zavarese Sechim.

De acordo com o governador, a educação é um setor prioritário do seu governo e a nova gestora tem uma missão muito importante. “A recomendação é conseguir novas parcerias. Pensar novos projetos, transformá-los em realidade e em grandes oportunidades”, disse.

Ele também destacou que todas as medidas necessárias para fortalecer o setor estão sendo concretizadas e que os pleitos da categoria estão sendo atendidos “dentro do que manda a lei e de acordo com a capacidade orçamentária e financeira do Estado”, ressaltou o governador.

A secretária Wanessa Zavarese lembrou do seu ingresso no Estado como servidora efetiva e destacou seus projetos como gestora da pasta. "O foco da educação é o aluno e o seu processo de ensino-aprendizagem. Queremos uma educação humanizada, acreditamos que não há outro caminho para a humanização que não seja a educação", pontuou.

A nova secretária defendeu que, para garantir uma educação de qualidade, o trabalho da pasta será baseado em quatro eixos. Nós vamos fazer um diagnóstico concreto e real da situação atual da educação e, a partir desse diagnóstico, elaborar um planejamento com metas e objetivos para que possamos atender quatro eixos: acesso, atendimento, permanência e o sucesso dos alunos”, destacou.

Perfil

A titular da pasta da educação é servidora efetiva do Estado. Graduada em Pedagogia/Supervisão Escolar pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Colatina (Fafic). Fez especialização em Planejamento Educacional. Secretária-Executiva do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed), em Brasília (DF), no período de janeiro a dezembro de 2008, e secretária de Educação, Cultura e Esporte de Nova Venécia (ES), de agosto de 2005 a dezembro de 2007. Em 2012, foi secretária de Educação do Município de Vila Velha, no Espírito Santo.

Presenças

Participaram da solenidade de posse secretários de Estado; a primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda; a deputada federal professora Dorinha Seabra Rezende; o deputado estadual Amélio Cayres; a deputada estadual Valderez Castelo Branco e a vice-governadora Claudia Lelis, entre outras autoridades estaduais e representantes da educação. 

Fonte: Cláudio Paixão - Governo do Tocantins

UFT entrega Casa do Estudante Indígena para acadêmicos nesta segunda feira (27)

A Universidade Federal do Tocantins (UFT), por meio da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (Proest), com o apoio da Diretoria de Assuntos Comunitários (DAC), entregou na manhã de ontem, segunda-feira (27), a Casa do Estudante Indígena da UFT em Palmas. A seleção dos estudantes foi realizada por meio de edital de abertura.
Após a realização do Termo de Cooperação entre a Universidade Federal do Tocantins e União dos Estudantes Indígenas do Tocantins (UNEIT), a Universidade se tornou responsável pela manutenção predial da casa, pela seleção e acompanhamento dos alunos residentes.
"Hoje os alunos selecionados tomarão posse da casa e iniciarão uma nova história, é momento importante pois terão garantido o 1º direito da Política de Assistência Estudantil, que é a moradia", explica a diretora de Assuntos Comunitários da Proest, Giselli Tamarozzi. Ela ainda conta que a arquitetura da casa é diferenciada, pois buscar atender os aspecttos culturais dos povos indígenas. 
O estudante Wagner Katamy Kraho-Kanela, destaca que a casa do estudante é uma forma de motivar a permanencia dos estudantes. "Essa é uma vitória para o movimento estudantil indigena, hoje é um momento de conquista", comemora. 

Fonte: UFT/Palmas - Por Vitória Drechsler e Cynthia Barreto

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Educação Básica: Censo dá início à coleta de dados; gestores escolares têm prazo até o dia 31 de agosto

A primeira etapa da coleta de dados do Censo Escolar de 2016 tem início nesta segunda-feira, 27 e se estenderá até 31 de agosto. Diretores e responsáveis por escolas de educação básica de todo o país devem providenciar o preenchimento, pela internet.
Durante esse período, serão coletadas informações detalhadas sobre as unidades de ensino públicas e particulares e sobre alunos, professores e turmas de todas as etapas e modalidades da educação básica.
Realizado anualmente, o Censo é o principal levantamento estatístico-educacional de âmbito nacional. Os dados, coletados de forma específica, incluem desde a infraestrutura das escolas, matrículas e funções docentes até o movimento e o rendimento escolares. Esse detalhamento é considerado importante e exige rigor dos responsáveis pelo preenchimento. Ele subsidia a definição de políticas públicas de educação, bem como a distribuição de recursos da União a estados e municípios.
As informações do Censo são usadas, ainda, para o cálculo do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), indicador de referência para as metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
A data de referência das informações prestadas deve ser a de 25 de maio, Dia Nacional do Censo escolar da Educação Básica.
Após o preenchimento por parte dos diretores e responsáveis, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) verifica a consistência dos dados coletados. Em seguida, as informações preliminares são publicadas no Diário Oficial da União. O sistema fica aberto também para verificação e eventual correção de informações por um prazo de 30 dias, a contar da publicação.
A segunda etapa do Censo Escolar de 2016 consiste na abertura, no sistema Educacenso, do módulo Situação do Aluno. Nesse período, que deve ter início em 2 de fevereiro de 2017, serão coletados os dados sobre  o rendimento e o movimento escolares dos alunos declarados (aprovação, reprovação e abandono).
Portaria do Inep nº 286/2016, com o cronograma completo do Censo Escolar, foi publicada no Diário Oficial da União do dia 8 último.
O preenchimento dos dados do Censo Escolar deve ser feito no sistema Educacenso.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

Fonte: portal.mec.gov.br/

Em jogo de forte marcação, Moto Club e Tocantinópolis Não Saem do Empate

Equipes se beneficiam com resultado da chave e ficam com primeiras colocações.

Em jogo pelo topo do Grupo A4 do Brasileiro da Série D, Moto Club e Tocantinópolis não saíram do 0 a 0. O confronto foi realizado na tarde deste domingo, no Estádio Castelão, e teve como destaque a forte marcação no meio-campo. O time maranhense perdeu o volante Dudu, logo aos 33 do primeiro tempo por expulsão após dois cartões amarelos.

A marcação forte apresentada pelas duas equipes acarretou em pouca criação e as oportunidades que surgiram se estabeleceram em bolas paradas e falhas no sistemas defensivos. Destaque para os goleiros Márcio Arantes e Gustavo Recife, que sempre que foram exigidos mostraram segurança.

Com o empate sem gols, o Moto foi a cinco pontos e se manteve na liderança do Grupo A4. O Tocantinópolis foi a quatro e ficou com a vice-liderança da chave. Os times foram beneficiados pela vitória do Santos-AP sobre o Águia de Marabá. O time amapaense agora é o terceiro com quatro e os paraenses, os lanternas com apenas três.

No domingo seguinte, Moto e Tocantinópolis voltam a se enfrentar. Desta vez, as equipes se enfrentam no Estádio Ribeirão, às 16h. em Tocantinopolis.

Escalação.
Moto: Márcio Arantes; Diego Renan, Fred, Wanderson e Chico Bala; Felipe Dias, Dudu, Curuca e Kléo (Marco Goiano); Rodrigo Dantas (Cris) e Gabriel (Breno).

Tocantinópolis: Gustavo Recife; Guilherme, Allisson, Gaúcho e Júnior; Izaquiel (Giovanni), Pedro Panca, Dutra (Renato) e Gama (Carlinhos);  Batata e Tety.
Fonte: GE- MA

Comissão vai debater Lei de Incentivo ao Esportes no Tocantins


A Comissão do Esporte promove nesta segunda-feira (27) seminário no Tocantins, com a participação da Coordenação de Gestão do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte do Ministério do Esporte, para debater a Lei de Incentivo ao Esporte (11.438/06).
O presidente da Comissão do Esporte da Câmara, deputado César Halum (PRB-TO), assinalou que a Lei 11.438/06 estabelece benefícios fiscais para pessoas físicas ou jurídicas que estimulem o desenvolvimento do esporte nacional, por meio do patrocínio/doação para projetos desportivos e paradesportivos. “Mesmo com 10 anos de vigência desta lei, a sociedade ainda tem dúvidas quanto à sua implantação. Se por um lado, empresários não sabem utilizar a lei, por outro, as entidades deixam de ser atendidas por erro em documentação que dificulta a aprovação de seus projetos”, assinalou Halum, que solicitou o debate.
César Halum acrescentou que é preciso sanar as dúvidas existentes sobre essa lei que tanto tem a contribuir para o desenvolvimento de jovens, crianças e adultos esportistas do estado de Tocantins.

Expositores
Estão convidados para o seminário o deputado Evandro Roman (PSD-PR), integrante da Comissão do Esporte; o assessor técnico do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte do Ministério do Esporte (Dife/ME), Marcelo Heringer Mota Anunciação; e o triatleta olímpico e gestor da Behind Sports e Investimento Social, Juraci Moreira.

O seminário começa às 8 horas, no plenário da Assembleia Legislativa do Tocantins, Praça dos Girassóis - Centro, Palmas.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Da Redação - RCA

MEC divulga a lista dos pré-selecionados na segunda chamada do ProUni


O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (27) o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os estudantes pré-selecionados têm até o dia 1º de julho para apresentar nas instituições de ensino os documentos que comprovem as informações prestadas na hora da inscrição.

O ProUni seleciona estudantes para receber bolsas de estudo em instituições particulades de ensino superior com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Serão ofertadas, no segundo semestre deste ano, 125.442 bolsas - 57.092 integrais e 68.350 parciais, de 50% - em 22.967 cursos de 901 instituições de ensino superior.

O resultado será divulgado na página do ProUni. Cabe ao candidato  verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a reprovação. Aqueles que não forem selecionados podem ainda participar da lista de espera, de 8 a 11 de julho.

A lista dos documentos necessários está disponível na internet. O estudante é selecionado quando a documentação é aprovada.

O programa é dirigido tanto aos estudantes egressos do ensino médio na rede pública, quanto àqueles que tenham vindo da rede particular na condição de bolsistas integrais. Podem concorrer a bolsas integrais os estudantes que comprovem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Às bolsas parciais, podem concorrer aqueles com renda familiar per capita máxima de três salários mínimos.

Fonte: Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto

Professores no Brasil ganham menos que outros profissionais com a mesma formação

Os professores de nível superior no Brasil ganham menos do que outros profissionais com o mesmo nível de formação. De acordo com análise feita pelo movimento Todos pela Educação, os docentes recebem o equivalente a 54,5% do que ganham outros profissionais também com curso superior. A valorização dos professores é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005, de 25 de junho de 2014, que completou dois anos.

"Como é pouco atraente a carreira de professor, isso leva à desvalorização social. A carreira nao é tida como uma boa opção profissional, diferentemente do que acontece nos países que estão no topo dos rankings internacionais. Além de serem carreiras atraentes, têm valorização social da função. Parte disso é decorrente da compreensão da sociedade de que educação importa", diz a superintendente do Todos Pela Educação, Alejandra Meraz Velasco.

O PNE estabelece metas e estratégias para serem cumpridas até 2024. A lei trata desde o ensino infantil até a pós-graduação. Uma das metas do PNE prevê a elevação do investimento em educação dos atuais 6,6% para 10% do Produto Interno Bruto (PIB) por ano, até o final da vigência.


Pelo PNE, em até dois anos de vigência, o país deveria ter assegurado a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior públicas. De acordo com dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic/IBGE), em 2014, 89,6% dos municípios brasileiros declararam ter plano de carreira para o magistério; metade deles diz ter ações de regulamentação e valorização do magistério e 65,9% afirmam ter adotado concurso público para a contratação de professores. Dados do Censo Escolar mostram que, em 2015, 28,9% dos contratos docentes da educação básica pública eram temporários, o equivalente a quase 630 mil contratos.

Segundo o Todos pela Educação, não há medições qualitativas dessas políticas e nem uma ferramenta de monitoramento sobre a aplicação do piso salarial dos professores. "Não é uma mudança do salário que muda a qualidade na educação, mas a atratividade na carreira. É preciso pensar em todos os componentes, desde a atratividade das licenciaturas e pedagogia, a programas com identidade própria, que levem ao exercício do magistério e perspectivas de carreira atraentes, com bom salário inicial, condições para crescer na carreira e condições de trabalho e infraestrutura", diz Alejandra.

De acordo com ela, a carreira do professor tem que ser discutida na ponta, ao mesmo tempo em que deve envolver um esforço conjunto do Ministério da Educação (MEC), dos estados e municípios. Deve-se ser capaz de simular diferentes carreiras e o impacto financeiro disso para cada ente. A discussão, no entanto, fica comprometida pela situação econômica do país.

Falta de verbas

"Temos visto que para melhorar a educação são necessários três elementos: bom salário, boa carreira e boas condições de trabalho, que envolvem não só a hora-atividade, mas escolas bem equipadas e democracia na escola. Não adianta ter um só, tem que ter os três elementos", diz a  secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marta Vanelli.

Marta acredita que o contexto econômico tem impacto direto na qualidade da educação e critica a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pelo governo interino, que limita o aumento do gasto público à variação da inflação. "Isso nos preocupa muito. A imposição do governo federal será de mais arrocho para servidores públicos", diz.

Para os estados e municípios, falta verba para pagar os professores e até mesmo para cumprir a Lei do Piso. De acordo com levantamento da CNTE, mais da metade dos estados não pagam o piso salarial dos professores. Atualmente, o valor está em R$ R$ 2.135,64. Os entes defendem maior participação da União nos gastos, uma vez que é a que mais arrecada.

Discussão

A questão começou a ser discutida no âmbito do Ministério da Educação, no Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional, composto por representantes do MEC, dos estados, dos municípios e dos trabalhadores. O fórum foi convocado ainda na gestão da presidenta afastada Dilma Rousseff. Ainda não houve reuniões depois de o atual ministro Mendonça Filho assumir a pasta. Marta integra o fórum e diz que o CNTE decidiu que só participará das discussões após o fim do processo de impeachment e que não negociará com o governo de Michel Temer enquanto for interino.

Em nota, o MEC assegura que está realizando "análise cuidadosa do orçamento para a implantação do CAQi [Custo Aluno-Qualidade inicial]". Previsto para ser implantado ainda este ano pelo Plano Nacional de Educação, o CAQi poderia ajudar os estados e municípios a remunerar melhor os professores. "Importante destacar que a atual gestão recebeu o orçamento com um corte de R$ 6,4 bilhões. No entanto, já foi possível recompor R$ 4,7 bilhões para minimizar qualquer prejuízo a políticas do MEC", diz a nota.

Fonte: Mariana Torkarnia
Edição: Graça Adjuto
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